quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Bruges - um cantinho romântico no tempo e no espaço

I - Bruges



Bruges é uma cidade belga, capital da província de Flandres Ocidental, na região de Flandres. Tem cerca de 117 mil habitantes (2013). Bruges é chamada de "Veneza do Norte", por causa de seus inúmeros canais que a cercam ou a atravessam, mas também a ligam principalmente com a cidade de Ghent.

Foi a capital europeia da cultura em 2002, juntamente com a cidade espanhola de Salamanca.


Canais de Bruges, foto de lena serditova em fotolia.com

II - Histórico


a) Fundação


As primeiras fortificações foram construídas por Júlio Césarno século I a.C., com intuito de proteção da zona costeira contra piratas. Já no século IV, a região foi tomada aos romanos pelos Francos e as incursões dos Vikings, por volta do século IX, obrigaram a que Balduíno I de Flandres reforçasse as antigas fortificações. Foi também nesta época que se fortaleceram as relações comerciais com a Inglaterra e a Escandinávia e surgiram as primeiras moedas gravadas com o nome Bryggia (significa "porto" em neerlandês remoto).



b) Desenvolvimento Comercial


Foi a 27 de julho de 1128 que Bruges foi elevada a cidade e construiu novas muralhas e canais. Desde cerca de 1050, um gradual avanço do lodo na direção da cidade, provocou a obstrução dos acessos diretos para o mar, mas uma violenta tempestade em 1134 restabeleceu-os através da criação de um canal natural. 





Canais de Bruges, foto de HistoriacomGosto
No início do século XII, Bruges foi incluída no circuito comercial flamengo, sobretudo devido à sua emergente indústria de lã e tecidos. Os principais mercadores da cidade apostaram no desenvolvimento de "colónias económicas" em Inglaterra e na Escócia e os seus contatos trouxeram grãos da Normandia e vinhos da Gasconha para a região. Os navios hanseáticos atracavam diariamente no porto que, face a este crescimento e sobrecarga, teve de ser expandido de Damme até Sluys para acomodar os novos navios.



Em 1277, o primeiro barco mercante partiu de Génova e atracou no porto de Bruges, o primeiro da rota mercantil que tornou Bruges a principal conexão com o comércio do Mediterrâneo.  Para isso concorreu a vitória da marinha genovesa sobre a frota muçulmana que guardava o Estreito de Gibraltar, liberando essa poderosa rota de comércio ocidental, possibilitando viagens regulares entre Bruges e Gênova, em grandes navios redondos


c) A estagnação e o turismo posterior



No início de 1500, o canal Zwin, que fora responsável pela prosperidade da cidade, começou também ele a ficar obstruído por lodo. Bruges foi rapidamente ultrapassada por Antuérpia como o centro económico dos Países-Baixos. Durante a década de 1650, a cidade foi a base para a estadia de Carlos II de Inglaterra e a sua corte no seu exílio. A infraestrutura marítima foi modernizada e foram construídas novas ligações ao mar, mas sem um grande sucesso.




Palacio Provincial de Bruges, foto Blickfang em fotolia.com


Na segunda metade do século XIX, Bruges tornou-se num dos primeiros destinos turísticos, atraindo turistas britânicos e franceses. O porto de Zeebrugge foi construído em 1907 e utilizado pelas tropas alemãs no decorrer da Primeira Guerra Mundial para atracar os seus submarinos. Nas décadas de 1970 e 1980, foi alargado e tornou-se um dos mais importantes e modernos portos da Europa. O turismo internacional cresceu exponencialmente desde então e todos estes esforços resultaram na designação de Bruges com Capital Europeia da cultura em 2002


III - Centro Histórico 


O Centro Histórico de Bruges é considerado patrimônio cultural da humanidade. Ele é um exemplo excepcional do assentamento humano medieval e tem conservado o tecidourbano histórico tal qual evoluiu ao longo dos séculos. Suas construções góticas primitivas formam parte da identidade cultural de Bruges.

a) Praça do Mercado (Grote Market)


A praça do Mercado (Grote Market) é o coração de Bruges. É onde a cidade cresceu e onde tudo acontece. Está situada no centro da cidade e tem área de 1 hectare. 
Entre os monumentos em redor da praça estão o campanário, do século XII, e o Palácio Provincial que depois de um incêndio em 1878 foi reconstruido em estilo neogótico em 1887. No centro da praça há duas estátuas, de Jan Breydel e de Pieter de Coninck. Os dois eram personagens do povo que defenderam a identidade dos Flandres contra a ocupação francesa em torno de 1302.

Em 1995 a praça foi completamente renovada, tendo sido eliminados os estacionamentos para automóveis e disponível apenas para pedestres na maior parte do espaço, tornando-a mais própria para celebrações. A praça renovada reabriu em 1996 com um concerto de Helmut Lotti.


Praça do Mercado, foto HistoriacomGosto


b) A Praça do mercado à noite


Com suas construções tradicionais, a praça do mercado mais parece uma construção de brinquedo com suas casas de contos de fadas. No Natal com a neve e com a decoração luminosa ela fica deslsumbrante. 

Praça do Mercado, foto jovannig em Fotolia.com

c) Campanário  



Campanário, foto de L.Ellis
O campanário de Bruges faz parte de um conjunto de 56 campanários flamengos que foram adicionados à lista de Patrimônio Mundial da UNESCO, em reconhecimento da manifestação arquitetônica em Flandres e nas regiões vizinhas, com suas influências feudais e religiosas.

O campanário de Bruges (Belfry of Brugge) é uma torre de sino medieval localizada no centro histórico de Bruges. Um dos símbolos mais proeminentes da cidade, o campanário antigamente abrigava a tesouraria e os arquivos municipais, e serviu como um posto de observação para detectar incêndios e outros perigos. Uma escada estreita, íngreme de 366 degraus, acessível ao públicoleva ao topo dos seus 83 m  de altura. 


O campanário foi adicionado à praça do mercado em torno de 1240, quando Bruges estava prosperando como um centro importante da indústria textil Flamenca. Depois de um incêndio devastador em 1280, a torre foi em grande parte reconstruída. Os arquivos da cidade, no entanto, foram perdidos para sempre às chamas.


d) O lago do Amor (Minnewater)

Quem chega em Bruges vindo da estação de trem, passa por um parque com um lago. Ele fica  na entrada do centro histórico. É um local para descansar, passear, fazer pique-nique, ...,.  O lago é tranquilo, tem algumas casas antigas e no verão o pessoal costuma fazer concertos nessa região. A origem do nome do lago ninguém sabe ao certo, talvez pela beleza ele tenha abrigado muitos casais enamorados. 




Entretanto, existe uma lenda flamenga que diz o seguinte: "Uma jovem esperava a volta de seu prometido que havia partido para a guerra. Como seu pai queria que ela casasse com outro, ela fugiu par a floresta. Quando seu amado voltou partiu em sua procura. Mas quando ele a encontrou ela desfaleceu nos seus braços e morreu. O jovem guerreiro pensou em se matar, mas ao invés decidiu fazer uma barragem para formar o lago e construiu uma casa em sua margem para assim prestar adoração contínua à sua amada."



IV  - As Igrejas e casas religiosas


a) Catedral de São Salvador


A catedral, o principal templo da cidade, é um dos poucos edifícios em Bruges que sobreviveram aos ataques ao longo do tempo sem danos. No entanto, ela sofreu algumas alterações e renovações. Esta igreja não foi construída originalmente para ser uma catedral; Ela somente foi transformada no século 19.

No século 10, São Salvador era uma igreja paroquial. Naquele tempo, a Catedral de São Donatian, que ficava localizada no coração de Bruges, era o principal edifício religioso da cidade. No final do século 18, a ocupação francesa em Bruges destituiu o bispo de Bruges e destruiu a Catedral de São Donatian, que era a sua residência.

Em 1834, pouco depois da independência da Bélgica, um novo bispo foi instalado em Bruges, e a igreja de São Salvador obteve o status de catedral. No entanto, a parte externa não se assemelhava a uma catedral. Era muito menor e menos imponente do que a vizinha Igreja de Nossa Senhora, sendo adaptada à sua nova função. A construção de uma maior e mais impressionante torre foi uma das opções viáveis.


Catedral de São Salvador, foto de Shchipkova Elena em fotolia.com


Interior

A Catedral de São Salvador tem 101 metros de comprimento interior e contém uma mobília notável. Ela abriga atualmente muitas obras de arte que foram originalmente armazenadas em sua antecessora  São Donatian. Os tapetes que podem ser vistos ao entrar na igreja foram fabricados em Bruxelas por Jasper van der Borcht, em 1731.


b) Basílica do Sangue Sagrado



A basílica do Sagrado Sangue foi construída entre 1134 e 1157 pelo Conde Diederik van de Elzas. Desde sua construção el era uma igreja dupla funcionando tanto no andar térreo como no andar superior. O andar térreo ficou conservado e o andar superior se deteriorou. A restauração começou apenas no século 19. O nome original era Capela de São Basílio. 



Basílica do Sangue Sagrado, foto de Jim Linwood em Wikipedia

De acordo com a lenda, o Conde Diederik tinha levado o sangue sagrado de Cristo para Bruges. A relíquia é guardada na capela desde o século 13 e provavelmente veio de Constantiopla. O Conde Balduíno IX foi um dos responsáveis pela transferência.  


Capela da Igreja do Sangue Sagrado, foto de photogolfer em Shutterstock.com

A Igreja foi local do filme "In Bruges" de 2007.

c) Igreja de Nossa Senhora


A Igreja de Nossa Senhora é uma das mais visitadas de Bruges. Além de sua bela arquitetura, ela contém uma escultura de Michelangelo, "Madonna com Criança" feita em 1504 com mármore Carrara. A escultura foi feita para enfeitar a Catedral de Siena, no entanto, a família Mouscron de Bruges comprou a peça para colocação em um altar da Igreja de Nossa Senhora, onde encontra-se em exposição.
A Igreja conta também com uma torre de 122 metros que pode ser vista de praticamente toda a cidade. 

Igreja de Nossa Senhora, foto de Rolf Sliemenick
Nossa Senhora com a criança, de Michelangelo, foto de Roberto Cerruti


Madonna e Criança


A representação da "Madonna e criança" de Michelangelo, difere significativamente de representações anteriores do mesmo assunto, que tendiam a apresentar um Virgem piedosa sorrindo para uma criança em seus braços. Em vez disso, Jesus está de pé, quase sem suporte, apenas vagamente contido pela mão esquerda de Maria, e parece estar prestes a se afastar de sua mãe. Enquanto isso, Maria não se apega a seu filho ou nem mesmo olha  para ele, mas olha para baixo e para longe. Acredita-se que o trabalho foi originalmente planejado para um retábulo.  

"Madonna e criança" guarda certas semelhanças com a Pietá de Michelangelo, que tinha sido concluída pouco antes - principalmente, o efeito chiaroscuro e o movimento da cortina. O rosto comprido, oval de Maria é também uma reminiscência da Pietà .

O trabalho também é notável na medida em que foi a única escultura de Michelangelo a deixar a Itália durante sua vida. (wikipedia)


d) As "béguinages" do Flandres 

As "Béguines" eram mulheres que dedicavam suas vidas a Deus sem fazerem parte de uma ordem religiosa. No século 13 elas fundaram as "béguinages", comunidades fechadas projetadas para desenvolverm sua vida espiritual. A arquitetura das "béguinages" flamengas é constituída de casas geminadas, espaço verde na frente em forma de praça, com uma igreja associada. 

Béguinage Ten Wijngaerde - Bruges (Terceiro Patrimônio Cultural da Humanidade em Bruges)


Em Bruges temos a Béguinage Ten Wijngaerde que está listada também como um patrimônio cultural da humanidade no site da Unesco. É a única béguinage preservada em Bruges.  Essa béguinage foi fundada por volta de 1244 por Margaret de Constantinopla , depois que ela pediu permissão para Walter van Marvis, bispo de Tournai.


O complexo inclui uma igreja estilo béguinage gótica e cerca de trinta casas brancas pintadas que datam  dos séculos 16, 17 e 18. Praticamente todas estão construídas em torno de um pátio central. A entrada principal com portão pode ser alcançado através da ponte de pedra, a Ponte Wijngaard. Em uma baía a imagem da santa Isabel da Hungria pode ser vista. Ela era a patroness de muitas Béguinages.


Freira Beneditina, antiga Béguinage de Bruges, foto de Jean-Pol Grandmont em Wikipedia

Não há mais Beguines que vivem lá, mas desde 1927 o local funciona como um convento de beneditinos. No mesmo ano, as casas no lado oeste, também foram reformuladas e ampliadas para o funcionamento do Mosteiro De Wijngaard, um convento de freiras beneditinas.


V - O Antigo Hospital de São João



 Hospital de São João, foto de Serge SH em Shutterstock.com

O Hospital antigo de São João é um hospital do século 11.  Localizado ao lado da Igreja de Nossa Senhora , é um dos mais antigos edifícios de hospital sobreviventes na Europa.  O hospital cresceu durante a Idade Média e foi um lugar onde os peregrinos doentes e viajantes foram atendidos. O local foi posteriormente ampliado com a construção de um mosteiro e convento. No século 19, novas construções deixaram o hospital com oito alas em torno de um edifício central.



Hoje parte do complexo hospitalar mantém o popular, museu Hans Memling, com uma série de obras desse pintor holandês. Além disso são exibidos uma série de obras, como trípticos, bem como registros hospitalares, instrumentos médicos e outras obras de arte. 



VI - Chocolates, cervejas, rendas e tapetes


Os produtos mais famosos da Bélgica e também de Bruges, são os chocolates, as cervejas, rendas  e também brinquedos e bonecas artesanais.

a) Chocolate


Em Bruges você vai sentir o cheirinho de chocolate por todos os cantos. Embora todos eles de uma forma ou de outra sejam saborosos, existe sempre a diferença entre osfabricantes comerciais e os fabricantes  tradicionais.

Dicas de Onde comprar Chocolate
O site conexãoparis.com dá as seguintes dicas:
Chocolatier Dumon – Simon Stevinplein ou Eiermarkt 6 ou Walstraat 6 – Considerado o melhor chocolate da cidade.
The Chocolate Line – Simon Stevinplein 19
Chocolaterie Sukerbuyc – Katelijnestraat 5 – a mais antiga e familiar das casas de chocolates da região
Neuhaus – Steenstraat 66 – classe e elegância são sinônimos da mais exclusiva marca belga a exatos 153 anos.
Chocolate belga, foto de Alexandra Lande

b) Cerveja



A Bélgica se orgulha da sua rica cultura cervejeira. Há mais de 1 500 tipos de cerveja belga (incluindo cerveja com rótulo) entre as quais: Stella Artois, Alken Maes, Jupiler, Delirium tremens, Duvel, Kwak, La Binchoise, Chimay, Leffe e Hoegaarden são algumas das mais conhecidas. 

Os belgas dizem  que as suas cervejas são de extrema qualidade. A Bélgica é a região onde os monges trapistas produzem a cerveja que recebe o nome da ordem (cerveja trapista). 

Cada variedade da cerveja belga é servida em um copo específico. A forma e tamanho do copo varia, e tem o efeito de acentuar o sabor daquela cerveja em particular.

Dentro da cidade fica a De Haalve Man (Walplein, 26) que fabrica a Brugse Zot. A  47 km de Bruges, fica a abadia de Saint Sixtus (www.sintsixtus.be), onde os monges fazem cervejas trapistas que só são vendidas lá. Para comprar, é preciso ligar antes para fazer uma reserva, marcar um horário e se comprometer a não revender a bebida sagrada. 



Cervejas belgas, foto de clik images em shutterstock.com
 Tour na cervejaria "De Halve Maan"

Parada obrigatória para quem gosta de uma boa cerveja, a "De Halve Maan" é uma tradicional cervejaria familiar, única em atividade no centro de Bruges, fundada em 1856. A visita com duração de 45 minutos (saídas a cada hora) cobre a a parte antiga da cervejaria, mostrando os antigos e tradicionais métodos de fabricação e equipamentos.

c) Rendas



A arte de fazer renda de forma artesanal é bastante antiga e parece ter duas origens: A renda de agulha criada na Itália, e a renda de Bilro desenvolvido na região dos Flandres. Essa arte começou a ser valorizada a partir da Renascença e por volta de 1540 começaram a aparecer os modelos padrões para confecções. A partir do século 16 a região de Bruges já era famosa por sua qualidade e variedade de estampas. 



Método tradicional de tecer renda






Em vários locais de Bruges é possível encontrar lojinhas vendendo artigos de renda de alto nível. Normalmente, são lojas de propriedade de senhoras entre 60 e 90 anos, que continuam a tecer suas criações com o tradicional método de bilros. Essas artesãs preservam a secular tradição e produzem rendas de alta qualidade com vários tipos de fios, em diversas cores e padrões. A totalidade desta manufatura na Bélgica é formada por 1.000 rendeiras que trabalham manualmente, sem a utilização de máquinas ou outros recursos tecnológicos. Não existe nem uma única fábrica de renda no país, pois o estado honra a antiga tradição das rendas feitas à mão e quer mantê-la viva pelo tempo que for possível. (http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=1713)





d) Tapetes

Na idade média a tapeçaria era usada praticamente com a função de cobrir paredes de grandes ambientes para proteger do frio. As tapeçarias eram de tamnho grande e a confecção exigia grandes teares e a utilização de muitos trabalhadores. Em torno de 1500, Bruxelas e Bruges eram os principais lcais de produção. 



No início os tapetes tinham motivos simples, mas com o passar do tempo as figuras ficaram mais sofisticadas torando-se ao lado da pintura uma forte de arte visual. No século 17, foi criada a primeira fábrica real de Les Gobelins, em Paris. Centenas de fabricantes de tapeçaria trabalhou no Les Gobelins durante este período. 



Por volta de 1805, Joseph Marie Jacquard (1752-1834), desenvolveu o conceito e fez um tear mais sofisticado utilizando "cartões perfurados" para comandar a posição de cada segmento no processo de tecelagem. Jacques de Vaucanson criou os primeiros teares mecânicos na segunda metade do século XVIII. 
















A grandeza de Flandres antiga não poderia ser melhor ilustrada do que por um de seu mais famosos produtos de exportação: a tapeçaria belga. Na tecelagem de tapeçaria, talento artístico e habilidade foram combinados para produzir tesouros, que agora estão depositadas em coleções particulares, museus de renome e edifícios públicos em todo o mundo. Hoje, esta nobre arte vive nos produtos de tapeçaria fabricados e distribuídos pela Mille Fleurs Tapeçarias.

Endereço da Mille Fleurs: Mille Fleurs Tapestries - Wollestraat 18 - 8000 Brugge - Belgium - T. +32(0)50 34 54 54


VII - Como ir


Normalmente quem visita Bruges ou está em Bruxelas e vem por Ghent e depois para Bruges, ou está vindo da França (Callais ou Lille) e passa por lá com destino a Holanda. 

De Bruxelas a Bruges: 100 Km pela E40 e cerca de 1 hora e 20 minutos.
De Ghent a Bruges: 49 Km, cerca de 50 min. 
De Lille a Bruges: 81 Km, cerca de 1 hora e 10 minutos.
De Callais a Bruges: 115 Km, cerca de 1hora e 30 minutos


Mapa de Bruges, cópia de Google Maps


VIII - Referências


Bruges / Igrejas / Madonna: Todo o texto compilado da Wikipedia


Chocolates em Bruges
www.conexaoparis.com.br/2010/10/06/parisbruges-onde-comprar-chocolates/
https://whywasteannualleave.com/2016/01/14/best-chocolate-shops-bruges/

Cerveja 
http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/belgica-bruges-atracao-cervejarias
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cerveja_no_mundo

Fotos
HistoriacomGosto / Fotolia.com / Shutterstock.com


2 comentários:

  1. Bruges, linda cidade de arte e cultura, romântica e pitoresca.

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  2. Parece salida de un cuento de hadas.Espero conocerla algun dia.Preciosa arquitectura.Muy bonita ciudad!

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