sexta-feira, 3 de abril de 2015

Lisboa / Portugal - Raízes do Descobrimento

I - Cronologia da História de Portugal


                                          Padrão do Descobrimento - Belém

   a) Idade do Ferro - Celtas e a Cultura Castro (1000 a.c. ~218 a.c.)


Os primeiros povos a habitarem a região foram os pre-celtas e os Celtas que deram origem a cultura dos Castros. Reconhecida pelos seus povoados amuralhados no topo de montes, com casas circulares, e pela sua cerâmica, esta cultura existente na Peninsúla Ibérica, foi característica da idade do ferro, e terminou com a aculturação romana e com a movimentação das populações para a planície litoral.

A cultura castreja formou-se num contexto atlântico com relações mediterrânecas por volta de 900 a.c.,. A partir de 500 a.c. desen-volve-se com o comércio púnico, importações da peninsúla itálica e também com a chegada de elementos étnicos célticos. 

 

    b) Romanos (218 a.c. ~ século V)

Os romanos chegaram a região da península ibérica em 218 a.c. e a denominaram toda de Hispânia. A exceção foi a região entre os rios Douro e o Tejo que foi denominada Lusitânia por causa da tribo celtibera dos Lusitanos


    c) Tribos germânicas (século V) e Mouros (século VIII a século XII)

No século V a Hispania foi invadida por tribos germânicas e em 711 foi invadida e ocupada pelos Mouros do norte da  África. Os mouros chegaram a região atendendo a solicitações dos próprios visigodos que tinham muitas discussões e divisões entre si. Os mouros logo  chegaram a dominaram toda a região. Até mesmo porque para o povo de uma forma geral tanto fazia pagar impostos para os romanos, visigodos ou mouros. Apesar de tolerantes com a cultura local e com os costumes religiosos dos povos, a religião foi o fator preponderante para estabelecer a reação da população da região. 

Os mouros trouxeram várias contribuições para o desenvolvimento da região desde a divulgação dos conhecimentos náuticos, como o uso da bússola e do astrolábio,  a propagação do sistema de numeração arábico / decimal e divulgação dos conhecimentos no campo da matemática. Os mouros influenciaram também na formação da língua portuguesa incluindo nesta cerca de 1000 vocábulos. As palavras começadas com "al" que significava o artigo "o" são todas de origem árabe.


    d) Reino de Portucale (1139 a 1385) - Dinastia Borgonha


A reconquista militar pelos reinados cristãos começou logo após a invasão. Inicialmente foi o pequeno reinado católico das Astúrias, o primeiro a expulsar completamente os mouros em 754. Na região do Douro, a resistência viria a crescer gradualmente mas somente em 1139 com a a derrota de cinco reis mouros na batalha de Ourique, região do Alentejo, ela foi enfim bem sucedida. Afonso Henriques líder do embate e até então conde de Portucalis se proclama Rei de Portugal. Oficialmente o reino viria a ser reconhecido em 1143 com a assinatura do tratado de Zamora por Afonso VII Rei de Leão e Castela. Foi o início da dinastia de Borgonha que durou até 1385. Na Espanha, os mouros somente foram expulsos completamente  em 1492.


Dom Dinis - O sexto rei da dinastia de Borgonha, Dom Dinis, além de consolidar administrativamente o reino, teve uma atuação importantíssima para o desenvolvimento posterior de Portugal. Foi  quando o Papa Clemente V, em 1312 por pressão de Felipe da França, decidiu extinguir a ordem dos templários. Ele negociou com o Papa a criação de uma outra ordem, a dos cavaleiros de Cristo, para a qual transferiu todos os bens dos templários em Portugal e nela recebeu os participantes da ordem que foram perseguidos nos outros países. Essa ordem, criada oficialmente em 1319, posteriormente sob o comando do infante Dom Henrique, iria financiar a construção dos navios e patrocinar as viagens do período áureo do descobrimento. 


Dom Dinis celebrou em 1308  o primeiro acordo comercial com os ingleses e justamente em  1312 fundou a marinha portuguesa. Nesse período fundou também a primeira Universidade portuguesa em Lisboa a qual foi depois transferida para Coimbra.

    e) Idade de Ouro (1385 a 1580) - Dinastia Avis








Em 1415 sob o reinado de Dom João I, Portugal decidiu se expandir e conquistar a cidade de Ceuta situada no estreito de Gibraltar e entreposto comercial importantíssimo devido ao recebimento de ouros e especiarias vindas do oriente por caravanas. O comando da armada foi entregue aos filhos do rei, entre os quais o infante Dom Henrique. A conquista foi realizada mas depois de algum tempo os resultados ficaram áquem do esperado.


Animados pelo sucesso da empreitada e pela performance de seus návios Portugal lançou-se então a desafios maiores. Como a descoberta de uma rota comercial para as Índias que eliminasse a série de atravessadores existentes no comércio de especiarias.
A idade de Ouro de Portugal foi no reinado de Dom Manuel I, com o domínio do comércio marítimo com as Índias em 1498 e com  a chegada ao Brasil em 1500. De 1385 a 1580 foi a Casa de Avis a dinastia dominante.






Infante Dom Henrique e escola de Sagres:


Quinto filho do fundador da dinastia Avis, Dom Joao I, Henrique nasceu a 04 de março de 1394. Em 1414 convenceu seu pai a empreender a conquista de Ceuta no estreito de Gibraltar. Henrique foi um dos líderes da Armada portuguesa. Coube a ele a partir de 1416 a administração da cidade a partir da cidade de Lisboa. 

Após o seu regresso de Ceuta, o infante Dom Henrique fixa-se em Sagres na Vila do Infante, rodeia-se de mestres nas artes e ciências ligadas à navegação e cria uma Tercena Naval (armazém de galés) a que é comum chama-se Escola de Sagres.


Em maio de 1420, Henrique foi nomeado grão mestre da Ordem de Cristo, herdeira dos bens dos templários. Os recursos da ordem foram fundamentais para a construção da armada portuguesa e fator  decisivo  do sucesso português nas conquistas da era do descobrimento. 

 
   f) Unificação dos Reinos - Dinastia dos Habsburgos

No período de 1580 a 1640, devido a falta de descendentes Portugal foi anexada ao reino de Aragão e Castela. Nesse breve período foi a Casa dos Habsburgos a dinastia no poder.


     f) Era do Absolutismo (1640 a 1807) - Dinastia Bragança

Em 1640, os portugueses se revoltaram em Lisboa e o duque de Bragança foi feito rei.  O século 18 se desenrolou de uma maneira bastante favorável para  reino de Portugal graças ao Ouro e Diamantes explorados no Brasil. 

A partir de 1750 no reinado de Dom José I, a administração do reino foi confiada a Sebastião José de Carvalho e Melo, mais tarde Conde de Oeiras e finalmente Marquês de Pombal. Personalidade controversa, a ele coube a tarefa de reconstruir a cidade de Lisboa após o terremoto de 1755 e promover reformas administrativas em que ele foi influenciado pelo iluminismo vigorando pela Europa. Pombal fez grandes melhorias no reino mas exercia o poder de forma impiedosa. Em 1755 iniciou uma campanha obstinada contra a Companhia de Jesus, terminando por convencer Dom José a bani-la do reino de Portugal e do Brasil em 1759. Finalmente ele conseguiu que o novo Papa Clemente XIV eleito com apoio de Portgal em 1769, decretasse a extinção da ordem em 1773. 

A dinastia Bragança esteve no poder de 1640 a 1910.

   f) Monarquia e Cortes (1640 a 1910) - Dinastia Bragança

Em 1807 a França invade Portugal e o rei Dom João VI foge para o Brasil onde instala o reino unido do Brasil. Os portugueses conseguem se libertar dos franceses, com a ajuda dos ingleses em 1808. Apesar disso o rei Dom João VI continuou a residir no Brasil deixando Portugal sob a regência do General Inglês Beresford. 

Em 1820 originou-se no Porto uma revolução convocando cortes constituintes e obrigando Dom João VI a retornar a Portugal e assinar a nova constituição.  


Com a independência do Brasil em 1822, Portugal viu-se sem a fonte de recursos advindo da colônia e um período de dificuldades políticas e econômicas marcou o período de 1820 a 1910. No aspecto político as cortes portuguesas exigiam cada vez mais uma constituição diminuindo os poderes do rei e o fortalecimento dos partidos políticos. Por outro lado a disputa pela sucessão de Dom João VI colocando de lados opostos, Dom Pedro I e seu irmão Dom Miguel gerou uma guerra civil que durou de 1828 a 1834 enfraquecendo ainda mais a monarquia. Finalmente Dom Pedro assume Portugal como Dom Pedro IV. A dinastia mantém-se, diminuindo sua inflência,  até 1910 quando finalmente é proclamada a república.

 II - A cidade de Lisboa





Devido a excelente localização no estuário do Tejo, desde a antiguidade a área foi habitada por povos de várias  origens. No primeiro milênio a.c., a região foi invadida pelos celtas. O povoado pré romano de Olisipo teve origem cerca de VIII a VII seculos a.c.,. No fim do domínio romano, Olisipo foi um dos primeiros núcleos a acolher o Cristianismo. Ela foi tomada pelos visigodos de Toledo que a chamaram de Ulishbona. Os árabes liderados por Tariq, invadiram a península ibéica com suas tropas em 711. Olishbuna foi conquistada pelas tropas de um dos filhos de Tariq; A cidade foi tomada em 714 pelos mouros vindos do norte da África. Em árabe chamavam-na de al-Lixbuna Aluxbuna.

A conquista de Lisboa

O primeiro rei de Portugal a conquistar a famosa e opulenta cidade foi Dom Afonso Henriques, que com seu exército de cruzados tentou a conquista em 1137, 1140, para finalmente tomar posse em 1147. A cidade tornou-se capital do reino em 1255.





III - Casario, Ruas e Planos Inclinados


O Casario português ainda se faz presente nas regiões do Chiado e da Baixa. Casas decoradas co pinturas, esculturas, sacadas, são ainda comuns de encontrar embora nem todas esteja em perfeito estado de conservação.




Praça do Comércio / Terreiro do Paço




Essa imensa área abrigou o palácio real por mais de 400 anos. Ela é mais conhecida dos habitantes locais como Terreiro do Paço. O rei Manuel I, em 1511 transferiu a residência real do Castelo de São Jorge para este local na beira do rio e portanto mais conveniente. O primeiro palácio junto com a sua Biblioteca de 70 mil livros foi destruído pelo terremoto de 1755. No centro da praça está a estátua do rei José I erigida em 1755 por Machado de Castro, importante escultor portuguê. Em 01 de fevereiro de 1908 o rei Carlos e seu filho, Luís Filipe foram assassinados quando passavam pela praça. Em 1974, a praça foi palco do primeiro levante do Movimento das Forças Armadas, a Revolução dos Cravos. O arco triunfal conduz a rua Augusta e é o portão de entrada da Baixa.


Bonde 28


Um dos passeios mais tradicionais em Lisboa é tomar o Bonde 28. Essa linha foi inaugurada em 1914 tendo hoje um percurso de 7 Km. Este meio de transporte sobreviveu ao surgimento do automóvel e dos ônibus por ser a melhor forma de atravessar as ruas estreitas, ladeiras e as curvas apertadas dos bairros históricos. Faz parte da vida cotidiana de Lisboa. O seu trajeto passa pela Sé, Chiado, Alfama, Estrela e Prazeres.








Elevador de Santa Justa

Construído no início do século XX por um aprendiz de Gustave Eiffel, o arquiteto francês Raoul Mesnier, o elevador de Santa Justa é um das construções mais excentricas da área da Baixa. Com uma altura de 32m o elevador liga a área da Baixa com o largo do Carmo. No seu topo pode-se apreciar uma  vista muito bonita das áreas da Baixa e do Rossio. Em 1988 houve um incêndio que praticamente destruiu o bairro do Chiado e quase atingiu o elevador.


III - A Lisboa do Período Colonial


a) Torre de Belém





Ponto de partida dos navegadores portugueses na Era dos Descobrimentos, a Torre de Belém foi encomendada por Dom Manuel I para ser construída como uma fortaleza no meio do Tejo. A sua construção durou de 1515 a 1521 e a beleza da sua decoração externa imitando cordas esculpidas na pedra, tornaram a Torre o cartão postal de Lisboa e é o monumento mais visitado e fotografado da capital portuguesa.

b) Padrão dos Descobrimentos





Localizado também às margens do Tejo e próximo a Torre de Belém, o padrão dos descobrimentos foi construído em 1960 para celebrar o quinto centenário da morte do Infante Dom Henrique, o Navegador. No monumento estão representados além de Dom Henrique, Afonso V patrono dos exploradores, Vasco da Gama, Pedro Alvares Cabral e Fernão de Magalhães. O monumento tem a forma estilizada de uma caravela e tem cerca de 52 m de altura.

c) Mosteiro dos Jerônimos






Iniciado a pedido do Rei Dom Manuel I, em 1501, o Mosteiro dos Jerônimos tinha a finalidade de reunir em panteão a dinastia Avis-Beja por ele iniciado. O Mosteiro vinha substituir a igreja de Santa Maria de Belém, onde os monges da Ordem de Cristo prestavam assistência aos marinheiros em trânsito. A construção levou cerca de cem anos para ficar pronta, e foi praticamente custeada pelo rei.

Vista aérea do Mosteiro - site www.mosteirojeronimos.pt
O mosteiro foi construído com pedra lioz e exibe uma faixada de cerca de 300 metros praticamente com a mesma altura em todos os pontos. O Mosteiro é considerado como a jóia da arquitetura manuelina que engloba elementos do gótico final e do renascimento. 




Para ocupar o Mosteiro,  O rei Dom Manuel escolheu a ordem de São Jerônimo, e deu-lhes as funções de rezar pela alma do rei e prestar assistência espiritual aos marinheiros e navegadores que dali partiam para o descobrimento de novas terras. A ordem de São Jerônimo ocupou o espaço por cerca de quatro séculos. Ela foi dissolvida em 1833 e  o lugar foi então desocupado.  

A partir dessa data o prédio do mosteiro foi entregue ás instituições seculares. Inicialmente com a Real Casa Pia de lisboa, instituição de acolhimento de órfãos, mendigos e desfavorecidos. Em 1860 iniciou-se um período de remodelação e recuperação do mosteiro que durou até início do século seguinte. 


É interessante observar que em 1755, durante o terremoto que destruiu grande parte de Lisboa, o mosteiro resistiu bem à catástrofe com poucas partes afetadas e logo sendo restauradas. Em 1983 o Mosteiro é declarado pela Unesco Patrimônio Cultural da Humanidade. 

Igreja de Santa Maria de Belém



No mosteiro fica a Igreja de Santa Maria de Belém. A igreja tem uma forma de cruz latina e é composta pos três naves reunidas por uma única abóbada polinervada. Logo na entrada encontram-se os túmulos de Vasco da Gama e Luís de Camões nos sub-coros esquerdo e direito. Estão também sepultados ali os restos mortais do Cardeal-rei D.Henrique e os dos filhos de D.Manuel I.No transepto direito estão o túmulo do rei Dom Sebastião e dos descendentes de Dom João III.












d) O Castelo de São Jorge



O castelo de São Jorge era uma cidadela mourisca que foi transformada na residência dos reis portugueses por Afonso Henriques logo após a tomada de Lisboa em 1147. Em 1511, Manuel I ergueu um palácio mais luxuoso na praça do comércio e o castelo se transformou em prisão e depósito de armas.






e) Praça Dom Pedro IV







Com o Teatro Nacional Dona Maria II ao fundo essa praça é um movimentado ponto de encontro com cafés e docerias.


IV - A Lisboa Moderna


A parte mais nova de Lisboa se situa na costa leste onde foi preparado o Parque das Nações destinado a sediar a EXPO 98. Essa área hoje dispõe  de espaços de lazer e convivência, além de abrigar  edifícios de arquitetura contemporânea.



                               Ponte Vasco da Gama                  Edifícios Modernos



V - A Culinária Portuguesa

Tirar a pele e as espinhas do bacalhau. Cortar em postas e colocar de molho 24 horas antes do preparo, para tirar o sal. Trocar a água 3 ou 4 vezes.
Colocar o bacalhau para cozinhar. Para que fique macio, retirar o bacalhau assim que formar uma espuma por cima da água. Retire o bacalhau com uma escumadeira, deixe esfriar. Nesta mesma água em que foi cozido o bacalhau, colocar as batatas para cozinhar, partida em cubos médios, até que fiquem macias (al dente). Verifique o sal da água e se necessário acrescente mais um pouco para que as batatas fiquem temperadas. Divida o bacalhau em lascas e reserve.

Molho

Pique a cebola em cubos pequenos e coloque em uma panela. Junte o azeite, o alho e a pimenta do reino. Deixe ferver até que a cebola fique transparente (não deve ficar dourada, apenas cozida no azeite).

Montagem

Em um pirex médio monte o prato. Coloque as batatas, em seguida o bacalhau. Regue com ¾ do molho de cebola. Em seguida coloque os ovos cozidos fatiados em rodelas e as azeitonas. Cubra com a farinha de rosca. Por último, bata o ovo cru, salpique sobre a farinha de rosca e regue tudo com o restante do molho de cebola. Leve ao forno para gratinar até que o azeite esteja fervendo.
receita de www.oglobo.com



VI - Dicas Úteis


a) O que fazer


a) Um passeio pelo bairro alto, Trindade, descendo pelo Chiado, até a Baixa. Visite a praça do Comércio, as escadarias para o Tejo, o portal para a rua Augusta, e o elevador de Santa Justa. Do alto do elevador tem-se uma visão magnífica da cidade.  

b) Visite a Torre de Belém, o padrão do  Descobrimento e o  Mosteiro de São Jerônimo. Na saída do Mosteiro vá até o local onde se fazem os famosos "Pastéis de Belém". Aprecie-os pois como os croissantes nas França, não existem iguais.

c) Visite a área do parque das nações, local que sediou a EXPO 98 dedicada aos oceanos. Na região temos o Oceanário, o maior aquário do mundo. Tem-se uma bela vista da Ponte Vasco da Gama, e temos uma região de edifiício modernos e uma quadra repleta de restaurantes.

d) Em outro dia reserve para o Castelo de São Jorge, Igreja da Sé, Museus, ...,.

e) Faça um bate e volta para Sintra, Estoril e Cascais. Imperdível.


b) Como ir


A Tap tem voo direto São Paulo x Lisboa  em torno de US$ 790,00 dólares mais taxas com duração de 10:00h. SwissAir, Lufthansa e Ibéria são outras opções com 1 parada por US$ 750,00 dólares mais taxas e duração total em torno de 16:00h. 


c) Onde ficar


Boas opções são o Clarion Lisboa Suites e SANA Lisboa. Outras opções no tripadvisor.com e booking.com.

d) Onde comer



Cervejaria Trindade

Inaugurada como cervejaria desde 1836, no local onde em  1294 havia sido fundado o convento da Santíssima Trindade, a Cervejaria Trindade é um dos locais mais característicos de Lisboa. Funciona como Restaurante, Bar ou apenas para comer um petisco. Uma pedida interessante é comer um "prego" com uma cerveja bem gelada. O prego é um sanduiche de filet e é muito saboroso. A cerveja e o chope são imperdíveis. A cervejaria fica no Bairro Alto / Chiado.




Pastéis de Belém


Considero que a melhor experiência degustativa em Portugal se passa na famosa casa "Pastéis de Belém". Em 1837, após o fechamento das ordens religiosas e do mosteiro dos jerônimos, algumas pessoas originárias do convento começaram a fabricação nessa loja próxima, do que logo ficou conhecido como Pastéis de Belém. Com a receita transmitida através dos mestres pasteleiros, os pastéis são feitos artesanalmente e tem um sabor inigualável. Aqui os pasteis  são comidos ainda quentes, recém fabricados, e polvilhados com açúcar e canela. 
Experiência obrigatória em Lisboa.



Para comer um bom bacalhau consulte os guias locais. A Laurentina é um dos mais famosos restaurantes que servem bacalhau a um preço convidativo.


VII - Referências


- História de Portugal - Albert - Alain Bourdon

- Vídeo "Caravelas e Naus um Choque Tecnológico no século XVI" - Panavideo Produções

- Guia Visual da Folha de São Paulo

- Wikipedia - Lisboa / Portugal





3 comentários:

  1. Amei muito obrigada pelo convite adoro arte historia, etc. apesar de não ter estudado quanto eu desejava, mas amo ler presenciar coisas de cultura. obrigada mesmo estarei sempre lendo e revendo alguns pontos turístico, tenha uma boa tarde.

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    1. Obrigado pelo comentário gentil. Vou publicar semanalmente / quinzenalmente um post no blog, sempre fazendo a ligação da história do lugar com a situação atual e, colocando fotos que forneçam uma bela descrição do lugar.

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  2. Parabéns, gostei muito de aprender sobre a história de Portugal. Muito bom. Recentemente me tornei cidadão português e estou procurando mais informações sobre a formação deste belo pais. Espero ir em breve até lá para passar as minhas férias.

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